Criação
Leitura Bíblica: Salmo 104.25-34
Quantas são as tuas obras, Senhor! Fizeste todas elas com sabedoria! (Sl 104.24a)
Pelo menos uma vez ao ano minha esposa e eu viajamos para visitar nossos pais, a cerca de 1200 km de onde moramos atualmente. Neste percurso podemos ver muitas diferenças no relevo, tipos de solo, vegetação, etc. Onde moramos a terra é mais clara e arenosa enquanto que para onde vamos é mais avermelhada, por exemplo. Além disso, em uma das viagens resolvemos conhecer um Zoológico no caminho. Foi realmente um deleite poder contemplar as criaturas de Deus. É maravilhoso ver Suas obras! Sempre me lembro da afirmação de uma grande amiga ao ver o pôr do sol: “Lindo, não? Foi meu Pai quem fez”.
O texto de hoje nos traz uma reflexão sobre estas obras do Senhor. Quantas são? Incontáveis. É sublime perceber como Deus agiu de forma tão sábia ao planejar e criar cada parte da natureza. Os morros, as pedras, as árvores (cada uma diferente da outra); os animais com suas peculiaridades: a girafa com seu pescoço longo para alcançar as folhas do alto das árvores e os pinguins que suportam as águas geladas do polo. Tudo criado com perfeição.
No entanto, por vezes os muitos afazeres e as preocupações do dia a dia fazem com que deixemos de ver os lírios do campo e as aves do céu (Mateus 6.26-29). Acabamos nos esquecendo de olhar para a obra do Senhor à nossa volta. Mas a natureza continua ali, ao nosso redor, testemunhando a grandiosidade e a misericórdia divinas. Basta olhar um pássaro, um inseto, uma planta ou mesmo o céu azul para vermos que preciosa criação podemos contemplar.
Quando foi a última vez que você apenas parou para apreciar a criação? Não amontoe motivos para ficar preocupado e ansioso. Pelo contrário, observe o que o Senhor criou. Você verá que assim a preocupação dará lugar ao louvor a Deus pela maravilhosa obra de suas mãos. Afinal, os motivos pelos quais podemos louvar ao Senhor são tantos quanto os grãos de areia ou as estrelas no céu: incontáveis.
Para apreciar uma bela obra de arte basta olhar pela janela de casa.
Quantas são as tuas obras, Senhor! Fizeste todas elas com sabedoria! (Sl 104.24a)
Pelo menos uma vez ao ano minha esposa e eu viajamos para visitar nossos pais, a cerca de 1200 km de onde moramos atualmente. Neste percurso podemos ver muitas diferenças no relevo, tipos de solo, vegetação, etc. Onde moramos a terra é mais clara e arenosa enquanto que para onde vamos é mais avermelhada, por exemplo. Além disso, em uma das viagens resolvemos conhecer um Zoológico no caminho. Foi realmente um deleite poder contemplar as criaturas de Deus. É maravilhoso ver Suas obras! Sempre me lembro da afirmação de uma grande amiga ao ver o pôr do sol: “Lindo, não? Foi meu Pai quem fez”.
O texto de hoje nos traz uma reflexão sobre estas obras do Senhor. Quantas são? Incontáveis. É sublime perceber como Deus agiu de forma tão sábia ao planejar e criar cada parte da natureza. Os morros, as pedras, as árvores (cada uma diferente da outra); os animais com suas peculiaridades: a girafa com seu pescoço longo para alcançar as folhas do alto das árvores e os pinguins que suportam as águas geladas do polo. Tudo criado com perfeição.
No entanto, por vezes os muitos afazeres e as preocupações do dia a dia fazem com que deixemos de ver os lírios do campo e as aves do céu (Mateus 6.26-29). Acabamos nos esquecendo de olhar para a obra do Senhor à nossa volta. Mas a natureza continua ali, ao nosso redor, testemunhando a grandiosidade e a misericórdia divinas. Basta olhar um pássaro, um inseto, uma planta ou mesmo o céu azul para vermos que preciosa criação podemos contemplar.
Quando foi a última vez que você apenas parou para apreciar a criação? Não amontoe motivos para ficar preocupado e ansioso. Pelo contrário, observe o que o Senhor criou. Você verá que assim a preocupação dará lugar ao louvor a Deus pela maravilhosa obra de suas mãos. Afinal, os motivos pelos quais podemos louvar ao Senhor são tantos quanto os grãos de areia ou as estrelas no céu: incontáveis.
Para apreciar uma bela obra de arte basta olhar pela janela de casa.
Cléber Mateus de Moraes Ribas
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