Rejeição
Leitura Bíblica: Amós 2.4-5
Eu não vim chamar justos, mas pecadores ao arrependimento (Lc 5.32).
Houve um tempo em que eu não queria saber de Deus. Não o conhecia e o pouco que sabia sobre ele rejeitava. Quando questionado sobre minha expectativa para após a morte sempre dava a mesma resposta: nunca matei ou roubei, portanto sou uma pessoa boa e justa e mereço ter a vida eterna. Com este enganoso, falho e parcial senso de justiça própria eu rejeitava a Deus e sua Palavra. Para mim a Bíblia era apenas um livro pensado e escrito por homens. Jesus era alguém que não fazia parte de minha vida. Pensava que talvez sequer fosse real e rejeitava até mesmo a possibilidade de existência de Deus.
O texto de hoje apresenta profecias de juízo que cairiam sobre a nação de Judá. Estas eram muito semelhantes às relacionadas a outros países que aparecem nos versículos anteriores ao da leitura. As outras nações seriam condenadas por suas atitudes de injustiça e crueldade, mas isto não fazia com que a rebeldia de Judá fosse perdoada sem arrependimento. Eles seriam castigados igualmente porque haviam abandonado ao Senhor e sido infiéis a ele. Não havia diferença entre o erro deles e os das outras nações. Ambas eram igualmente indesculpáveis e seriam julgadas por Deus de forma perfeita e imparcial.
Este texto me faz lembrar de meu passado: considerava que era correto e bom, mas era tão injusto quanto qualquer outro, pois havia rejeitado ao Senhor. Porém, graças a Deus percebi e reconheci meus erros diante dele, sem mais me justificar. Arrependido, confessei minhas falhas e fui perdoado. Hoje tenho a certeza de vida eterna não pelas minhas obras mas pela de Cristo, que morreu por mim. Isto pode ocorrer com você também se, arrependido, confessar suas falhas a Deus. Não importa se você já matou, roubou ou rejeitou a Deus: sejam quais forem os seus erros, ele é fiel e justo para perdoá-los. Portanto, atenda você também ao chamado do Senhor e desfrute de seu amor, perdão e misericórdia.
Só recebe perdão aquele que reconhece ser devedor.
Cléber Mateus de Moraes Ribas
Eu não vim chamar justos, mas pecadores ao arrependimento (Lc 5.32).
Houve um tempo em que eu não queria saber de Deus. Não o conhecia e o pouco que sabia sobre ele rejeitava. Quando questionado sobre minha expectativa para após a morte sempre dava a mesma resposta: nunca matei ou roubei, portanto sou uma pessoa boa e justa e mereço ter a vida eterna. Com este enganoso, falho e parcial senso de justiça própria eu rejeitava a Deus e sua Palavra. Para mim a Bíblia era apenas um livro pensado e escrito por homens. Jesus era alguém que não fazia parte de minha vida. Pensava que talvez sequer fosse real e rejeitava até mesmo a possibilidade de existência de Deus.
O texto de hoje apresenta profecias de juízo que cairiam sobre a nação de Judá. Estas eram muito semelhantes às relacionadas a outros países que aparecem nos versículos anteriores ao da leitura. As outras nações seriam condenadas por suas atitudes de injustiça e crueldade, mas isto não fazia com que a rebeldia de Judá fosse perdoada sem arrependimento. Eles seriam castigados igualmente porque haviam abandonado ao Senhor e sido infiéis a ele. Não havia diferença entre o erro deles e os das outras nações. Ambas eram igualmente indesculpáveis e seriam julgadas por Deus de forma perfeita e imparcial.
Este texto me faz lembrar de meu passado: considerava que era correto e bom, mas era tão injusto quanto qualquer outro, pois havia rejeitado ao Senhor. Porém, graças a Deus percebi e reconheci meus erros diante dele, sem mais me justificar. Arrependido, confessei minhas falhas e fui perdoado. Hoje tenho a certeza de vida eterna não pelas minhas obras mas pela de Cristo, que morreu por mim. Isto pode ocorrer com você também se, arrependido, confessar suas falhas a Deus. Não importa se você já matou, roubou ou rejeitou a Deus: sejam quais forem os seus erros, ele é fiel e justo para perdoá-los. Portanto, atenda você também ao chamado do Senhor e desfrute de seu amor, perdão e misericórdia.
Só recebe perdão aquele que reconhece ser devedor.
Cléber Mateus de Moraes Ribas

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